O ator Juliano Cazarré atualizou na última segunda-feira, 31, o estado de saúde da filha, Maria Guilhermina, após a menina de 4 anos de idade ser internada no CTI (Centro de Terapia Intensiva) no domingo, 30.
Segundo o artista, a caçula foi hospitalizada inicialmente por causa de uma gastroenterite e passou a apresentar também pneumonia e uma infecção.
Em uma publicação nas redes sociais, Cazarré explicou que a filha tem a imunidade baixa e que a gastroenterite pode ter afetado outras partes do organismo.
"Hoje o quadro também era de uma pneumonia e uma infecção pesada nela, mas ela está estável agora", contou.
Juliano Cazarré também relatou que Maria Guilhermina precisou receber um acesso profundo pela jugular. Segundo o ator, o procedimento foi necessário porque o acesso utilizado anteriormente não era suficiente para atender às necessidades do tratamento.
"No começo da noite, ela passou um acesso profundo pela jugular, porque o anterior não está dando conta de tudo que ela precisa, dos medicamentos, soro, enfim. Ela tem as veias bem complicadas de conseguir o acesso, porque foi muito furada durante a vidinha dela", explicou.
O ator ainda falou sobre o sofrimento da filha e refletiu sobre as dificuldades enfrentadas diante da condição de saúde da menina. Maria Guilhermina nasceu com uma cardiopatia congênita rara e convive com sequelas da anomalia de Ebstein.
Cazarré desabafou que é especialmente difícil compreender situações de sofrimento envolvendo crianças.
"Fiquei pensando sobre o sofrimento que todo mundo enfrenta na vida e é sempre tão difícil de compreender, principalmente quando é o sofrimento de um inocente (...) Há algo muito difícil de compreender no sofrimento", afirmou.
"É uma criança que não pode falar, a gente não escuta a voz dela nem quando ela chora. Ela tem uma rotina que a afasta da rotina da família, isso é uma coisa muito dolorosa", acrescentou.
O ator também relacionou o momento vivido pela família à sua fé. Segundo ele, apesar da dificuldade de compreender a situação, ele e a esposa, Letícia Cazarré, procuram lidar com o momento a partir da religião.
"A gente só vê a cruz, a gente precisa segurar a cruz, porque a cruz é o lugar da maior vitória de Cristo. Na derrota da cruz foi onde Cristo venceu o demônio. A gente segue aqui tentando abraçar com amor nossa cruz", concluiu.



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