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Desenhista é parado por 'Fernandas Torres' enquanto retrata bloco no RJ

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Vestido nas cores de Wally, de Onde está Wally, o desenhista e pesquisador de desenho pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro Flávio Pessoa, 51, desenhava o bloco Boi Tatá, na Praça XV, Centro do Rio, quando chamou atenção de um grupo de foliões com coroas em homenagem à Fernanda Torres com coroas improvisadas. "Eu faço isso em alguns carnavais, sempre que dá, né", explica com o caderninho na mão.

Ele explica que, nesses mais de 20 anos trabalhando como ilustrador, com foco em rodas de samba, vira e mexe ia para blocos retratar momentos do caos carnavalesco, concentrado em sua própria mente."Fixo mesmo é o trabalho do meu grupo, o Urban Sketch, que a gente vai no desfile de segunda desenhar parte do desfile, o preparo etc", explica.

Aline Azevedo, 44, foi uma das Fernandas Torres que se encantaram pelo trabalho dele, que lhe mostrou que, meio aos desenhos, havia também um da coroa dela vista de cima.

"O que me encanta é ver ele concentrado no meio disso tudo, fazendo um trabalho difícil, que começa de um ponto pro todo. Afinal, como se come um elefante, né?", explica a foliã. Torcedora de Fernanda Torres no Oscar, ela afirma que mesmo que ela perca a premiação, quem sai perdendo mesmo é a Academia. Flávio concorda e brinca: "a vitória já é nossa, se perder, quem perde são eles".

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