SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A partir desta sexta-feira (25), 200 agentes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) passarão a reforçar a segurança dos ônibus do transporte coletivo de São Paulo, de acordo com a gestão Ricardo Nunes (MDB).
Os agentes atuarão dentro dos veículos em locais com registros de depredações.
"Além disso, os guardas darão apoio na saída das garagens e também ao longo do percurso das linhas, que, por razões estratégicas, não serão divulgadas", afirmou a gestão.
A prefeitura disse também que conversa com a Polícia Militar para usar policiais da Operação Delegada nessas ações, mas que ainda não há uma decisão sobre isso.
Segundo a prefeitura, a GCM já atua com 50 viaturas exclusivas para rondas nas vias onde foram registrados os maiores números de ataques. Além disso, a PM também reforçou o policiamento em vias estratégicas.
Importantes cidades paulistas enfrentam uma onda de vandalismo contra ônibus. Somente na capital, o número de coletivos depredados passa de 500, conforme contagem da SPTrans, empresa ligada à prefeitura, que controla o serviço no município. A polícia não confirma o número.
Edson Aparecido Campolongo, 68, funcionário concursado da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), foi preso preventivamente na terça-feira (22) e indiciado sob suspeita de vandalizar 17 coletivos, sendo 13 em São Bernardo, 3 na cidade de São Paulo e 1 no município de Santo André. A participação do suspeito em outros casos está sob investigação. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito.



