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'Caso para nós está fechado', diz secretário de SP sobre Vinícius Gritzbach

SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - O delegado Osvaldo Nico, da Polícia Civil de São Paulo, deu o caso da morte do delator do PCC, Vinícius Gritzbach, como fechado.

Polícia diz que Gritzbach foi morto por vingança. O delegado Nico afirmou que os mandantes, identificados como João Cigarreiro e Didi, estão foragidos.

QUEM É TRAFICANTE QUE MANDOU MATAR GRITZBACH

O suspeito foi identificado como Emílio de Carlos Gongorra Castilho. Ele é conhecido como João Cigarreiro e Bill.

A polícia realiza uma operação nesta quinta-feira (13) para prender o suposto mandante do crime. Além do mandado de prisão contra ele, as autoridades cumprem pelo menos outros 20 de busca e apreensão em endereços ligados ao suspeito. A informação sobre a operação foi confirmada ao UOL pela SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), que detalhou que 116 policiais atuam em buscas em 20 endereços.

A reportagem do UOL já havia adiantado em janeiro que Cigarreiro era procurado. A coluna de Josmar Jozino trouxe a informação de que ele sequestrou Gritzbach em 2022, levando-o para o tribunal do crime do PCC.

O suspeito não foi encontrado pela polícia até o início da tarde, mas a ex-companheira e filho dele foram detidos. A informação foi repassada por fontes da Polícia Civil de São Paulo ao UOL.

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