O bloco, que já foi um dos maiores da folia em Salvador e precede até mesmo os blocos afro, resiste em seu 46º Carnaval.
O Commanche colocou o bloco na rua mesmo com uma estrutura restrita. Este ano, não trouxe a tradicional bateria no chão da avenida e eram poucos os foliões caracterizados como índios.
Fundado em 1974, o bloco surgiu para reverenciar a origem mestiça dos baianos. O nome e a identidade visual, contudo, são inspirados nos nativos norte-americanos. Até o início dos anos 2000, integrantes do bloco chegavam a desfilar na avenida montados em cavalos.
Além do Commanche do Pelô, o Carnaval de Salvador também tem outro bloco de índio, o Apaches do Tororó. O bloco desfila neste domingo (23) a partir das 22h45 no Pelourinho.
