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Assassinato de ator de 'Chiquititas' vai virar série documental da Max

Estadão
O assassinato do ator Rafael Miguel, em 2019, conhecido por sua participação na novela Chiquititas , do SBT, vai virar uma série documental.

As gravações começaram esta semana em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraguai. O artista, que tinha 22 anos, e seus pais foram mortos na porta da casa de sua então namorada, Isabela Tibcherani.

O acusado do crime é o pai de Isabela, Paulo Cupertino, que não aceitava o relacionamento do ator com a filha, que à época tinha 18 anos. Ele foi preso três anos após o crime.

Ainda sem título definido, a série terá três episódios e exibirá entrevistas e conteúdo sobre as investigações. A produção é da Grifa Filmes para a plataforma de streaming Max, da HBO. A direção é de Mauricio Dias.

O caso

Rafael Miguel foi assassinado no bairro Pedreira, na zona sul de São Paulo, junto com seus pais João Alcisio Miguel e Miriam Selma Miguel, que também foram alvejados. A família teria ido à casa da namorada do ator tentar convencer o pai da jovem de que Rafael tinha boas intenções com Isabela. Ao todo, 13 tiros foram disparados. Atualmente, o empresário Paulo Cupertino Matias, de 52 anos, responde preso preventivamente pelos assassinatos.

Novelas

Entre 2013 e 2015, o ator Rafael Miguel ganhou notoriedade por seu papel na versão brasileira de Chiquititas , na qual interpretou o personagem Paçoca. Antes, na Globo, ele participou das novelas Pé na Jaca (2006-2007) e Cama de Gato (2009-2010).

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