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Ao menos 14 voos são desviados de Congonhas e Guarulhos por causa da chuva em SP

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao menos 14 voos tiveram de ser desviados dos aeroportos de Congonhas, na zona sul da capital paulista, e Guarulhos, na Grande São Paulo, por causa da forte chuva que atingiu a região na tarde desta sexta-feira (24).

As empresas aéreas confirmaram que até às 18h30 outros oito voos que partiriam ou chegariam foram cancelados nos dois aeroportos.

Segundo a companhia aérea Gol, nove aviões que desceriam em Guarulhos tiveram de pousar em outros aeroportos. O mesmo aconteceu com dois voos da companhia com direção a Congonhas.

Dois aviões da empresa que decolariam de Guarulhos foram cancelados. Um que partiria de Goiânia para o aeroporto da Grande São Paulo nem decolou. Em Congonhas foram dois cancelamentos da Gol.

A Azul afirma que um voo da empresa que decolou de Caldas Novas (MG) para Guarulhos teve de ser desviado para Belo Horizonte. Um que iria de Brasília a Congonhas desceu em Campinas. E um que faria a ponte aérea Santos Dumont-Congonhas voltou para o Rio de Janeiro.

Sem informar números, a Latam também diz que precisou desviar voos que iriam para Guarulhos.

As empresas afirmam que estão tentando acomodar passageiros prejudicados.

A GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto de Guarulhos, não informou se houve mais cancelamentos até a publicação deste texto.

Segundo a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), desde às 17h, o Expresso Aeroporto, da Linha 13-Jade, está interrompido por causa de alagamentos. O transporte público liga a capital paulista ao aeroporto de Guarulhos.

A Aena, que faz a gestão de Congonhas, disse que o aeroporto não chegou a fechar. A decisão de cancelar ou alterar voos foi das companhias.

Toda cidade de São Paulo foi colocada em estado de atenção para alagamentos no meio da tarde pelo CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), da Prefeitura de São Paulo.

Essa condição aconteceu após uma tarde de forte calor com os termômetros na marca dos 31°C. Segundo o CGE, a chegada da brisa marítima, combinada com a grande disponibilidade de umidade na atmosfera, formou nuvens carregadas, de grande desenvolvimento vertical, e que produzem chuva forte acompanhadas de rajadas de vento e queda de granizo.

A chuva chegou tão forte que a Defesa Civil disparou um alerta severo para os celulares da capital pela primeira vez, até para os moradores que não haviam se cadastrado para receber as mensagens.

Segundo o órgão estadual, o "alerta foi enviado utilizando o sistema Defesa Civil Alerta, por meio da tecnologia CellBroadCast. Todos os celulares com tecnologia 5G ou 4G receberam o alerta. O objetivo é que a população se proteja durante este temporal que possuí tempo estimado entre 30 minutos e 1 hora".

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