O Piauí somou 1.202 focos de calor entre 1º de janeiro e 12 de agosto de 2026, ocupando a oitava posição no ranking nacional de estados, segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgados pela plataforma Terra Brasilis.
O número piauiense fica atrás de estados como Bahia, terceira colocada, com 3.256 focos, e Maranhão, quarto, com 3.121, mas supera o de Goiás, nono colocado, com 904, e o de Ceará, décimo, com 750, no mesmo levantamento.
Segundo a meteorologista Andrea Ramos, citada pelo INPE, a sequência de dias sem chuva, combinada a temperaturas elevadas e baixa umidade do ar e do solo, deixa a vegetação mais seca e inflamável, fator que costuma elevar o número de focos detectados por satélite no período mais seco do ano.
Os focos de calor monitorados pelo INPE indicam possíveis queimadas em vegetação nativa, pastagens e áreas de agricultura, e servem de alerta para ações de combate a incêndios florestais coordenadas por órgãos estaduais e federais.



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