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Sexo oral, muito além do céu da boca

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"Sexo oral, bom muito além do céu da boca para quem faz e bom para quem recebe. Mas, como todo sexo, tem seus riscos se feito sem proteção"

Faz parte dos rituais de acasalamento dos seres humanos as relações sexuais que podem caracterizar-se por ainda serem tabu, sobretudo no que se refere ao sexo oral, sendo este muitas vezes esquecido no que se refere à prevenção de doenças.

 

O tema, no entanto não é para brincadeira.

A prática oral muitas vezes não é vista como sexo, o que pode acarretar sérios problemas para a saúde bucal como para a saúde geral.

Sexo oral pede proteção redobrada, os estudos mostram que é uma prática comum entre parceiros. Porém, a prática pode transmitir todos os tipos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

São preocupantes os riscos que o sexo oral sem proteção pode trazer para a saúde do organismo. Doenças como herpes, sífilis e gonorreia são transmissíveis a partir desta prática sexual. Na boca por possuir um tecido especializado e altamente vascularizado e sensível, pode existir ou ocorrer pequenas áreas lesadas que permitiriam a entrada de um vírus. E muitas vezes é comum existir ferimentos ou machucados na boca, como o fato de morder a bochecha ou os lábios ou se ferir ao escovar os dentes. 

Mesmo pequeno ou quase inexistente as chances de se contrair o HIV, pode ser transmitido através do sexo oral. O perigo existe.

Mesmo com todas as considerações é importante estar consciente de que a prática do sexo oral não precisa ser retirada da rotina dos parceiros. O que precisa é existir proteção sempre e cuidados com os riscos. 

As consequências tanto para os homens e como para as mulheres não podem ser descuidadas. É preciso adotar medidas preventivas que é o caminho mais seguro, sendo perfeitamente possível apreciar os prazeres do sexo oral ao usar proteção de barreira.

Há varias maneiras de reduzir os riscos de infecção pelo sexo oral:

- Usar camisinha. Sempre. Sem desculpas.

- Manter os rituais de higiene bucal diariamente.  

- A higiene em dia das partes íntimas pode evitar o risco de contaminação ainda maior.

- Procurar se informar do que você deve fazer e o que não fazer na hora do sexo oral.

-Conversar com seu parceiro a respeito do assunto.

- Marcar consulta com o médico e o cirurgião-dentista para exames periódicos e orientações.

- O ideal é que o sexo oral seja praticado entre parceiros monogâmicos e sadios.

- Melhor não fazer sexo oral se um dos parceiros tiver DST ou alguma ferida ao redor do órgão genital.

- Evitar escovar os dentes antes ou após o sexo oral, pois pode provocar algum tipo de ferimento na mucosa da boca ou sangramento na gengiva, aumentando assim um maior contágio. Daí a necessidade de todo cuidado para que o prazer não se transforme em uma tremenda dor de cabeça.

Lembre-se, prevenir é melhor do que remediar.

 Sexo oral, bom muito além do céu da boca para quem faz e bom para quem recebe. Mas, como todo sexo, tem seus riscos se feito sem proteção. 

 

    

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