Respirar pela boca de forma constante pode ser mais prejudicial do que parece. Segundo a dentista Naila Martelozo, da Hapvida+Odonto, o hábito, muitas vezes causado por problemas como rinite, desvio de septo e aumento das amígdalas ou adenóides, pode surgir ainda na infância e comprometer desde o desenvolvimento facial até o rendimento escolar. Em sintonia com o movimento Julho Neon, que reforça a importância da saúde bucal, especialistas alertam para os impactos dessa condição silenciosa.
Entre os sinais físicos da respiração bucal estão boca aberta em repouso, lábios rachados, olheiras, mordida aberta e céu da boca estreito. Já os sintomas funcionais incluem voz anasalada, mau hálito, sono agitado e baixo desempenho escolar, o que pode ser confundido com TDAH. “Respirar pela boca afeta diretamente a oxigenação do corpo, o que interfere no sono e na concentração”, explica a dentista.
Nos casos mais graves e crônicos, os pacientes podem desenvolver má-oclusão dentária, problemas posturais, fadiga constante e dificuldades na fala. Por isso, o tratamento costuma ser multidisciplinar, envolvendo dentista, otorrinolaringologista, fonoaudiólogo e fisioterapeuta. As abordagens podem incluir desde uso de aparelhos ortodônticos e terapias até cirurgias, dependendo da gravidade.
A campanha “A gente cuida, você brilha”, lançada pela Hapvida+Odonto no Julho Neon, reforça que cuidar da saúde bucal é cuidar do corpo inteiro. Com uma rede integrada de atendimento, a empresa destaca que a odontologia deve ser vista como um pilar essencial do bem-estar físico, emocional e intelectual.


