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Saúde e Bem-estar

Especialista revela que corpo transforma preocupações em doenças

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Foto: Reprodução

O psicólogo Oliveira Nazaré, revela que todos os seres humanos possuem uma ligação entre o corpo, mente e alma e estão sujeitos a somatização de emoções e preocupações, que podem refletir no corpo, por meio de doenças. Porém, isso dependerá de cada função cognitiva de cada sujeito, ou seja, dos recursos que este possui para fazer a leitura de cada estímulo estressor externo. O especialista revela que durante o curso de psicologia, os universitários têm contato com disciplinas que os habilitam a identificar origem de inconsistências na saúde.

Para que isso ocorra, os alunos desenvolvem o manejo clínico nos estágios desenvolvidos a partir do terceiro semestre em clínicas de psicologia, maternidades, hospitais de urgência e emergência, comunidades, hospitais clínicos. “Além dos laboratórios exclusivos do curso onde os alunos desenvolvem práticas de observação do comportamento para alinhamento da empatia tão necessária nas relações clínicas, para isso a continuidade das práticas se estendem até décimo semestre onde o mesmo desenvolve o seu projeto de conclusão de curso com base nas experiências vividas nos semestres anteriores”, informou.

Na prática, ele explica que a tristeza e culpa são duas das muitas emoções responsáveis pela maioria das disfunções psicossomáticas que interferem no desenvolvimento social dos indivíduos, tornando-o rancoroso, negativo, mau-humorado, incoerente e raivoso. E, para que isso n]ao se converta em uma doença, ele orienta que seja realizado um trabalho rigoroso, para que esses sentimentos não nos machuquem lentamente.  “Quando postos em prática os mesmos tendem a nos tornar nossos próprios inimigos, afetando diretamente nosso sistema imunológico nos expondo a doenças e nos impedindo de perceber a importância de mantermos uma visão livre de julgamentos”, argumentar.

Nestes casos, o perdão é um exercício diário, pois demonstra inteligência emocional, já que manter sentimentos desta esfera causam estragos que a longo prazo podem tornar um indivíduo extremamente ácido e irredutível nas suas crenças destrutivas. “Os únicos prejudicados na manutenção de sentimentos desta esfera somos nós mesmos, portanto resistir seria a meta, tornar a resolução de problemas em prática e não tornar a vivência de um problema uma rotina, para ser uma pessoa melhor basta querer, a cura está em nós mesmos, a rotina deve ser nossa aliada, o próximo deve ser visto como parceiro e não como uma ameaça, dê novos significados as velhas percepções, saia da posição de vítima, torne-se protagonista de suas conquistas e tenha uma vida com mais qualidade”.

“Não há uma fórmula que explique que uma dor lombar ou uma sudorese provenha de situações emocionais, tornando-se até perigosas essas afirmações pois o indivíduo poderá formular um caminho que o leve sempre as mesmas percepções, fazendo-o não “enxergar” os reais motivos destes sintomas”, acrescentou. Mas revela que não há como negar que as teorias étnicas e psicológicas que dão base a rotinas dos diversos grupos sociais, a características culturais de cada indivíduo, devem ser respeitadas dentro do processo global, cuidando para não tornar o homem fruto de uma visão concreta, considerando os fatores étnicos, genéticos e ambientais.

“Se diariamente pararmos para analisar tudo que afeta as nossas emoções, perceberemos que nenhuma doença é tão somente ligada as situações físicas ou somente as situações mentais, pois temos que considerar a sistemática do corpo humano, levando em conta eventos multifatoriais na formalização dos transtornos e na formulação dos seus comportamentos respectivos, como as questões sociais, biológicas e psicológicas e não esquecendo também a sua espiritualidade”, explicou.  O especialista acredita ainda, que para que isso ocorra, é necessário ter uma visão holística diferenciada, caso contrário as pessoas estariam fadadas a descrever os processos biopsicofisiológico sobre a mesma ótica sempre, desmotivando a ciência e a pesquisa.

Ele explica que, para haver qualidade na elaboração dos sentimentos e pensamentos e instalemos um filtro na internalização dos estímulos sociais pois estes repercutem diretamente na formação das nossas emoções, podendo nos levar do mais intenso êxtase ao mais baixo nível somático, tornando a escuta uma rotina indispensável na vida de qualquer indivíduo e fazendo da verbalização, um processo indispensável no processo de cura de qualquer doença psicossomática e a falta desta ferramenta linguística, tornará o corpo responsável por expressar de forma personalizada o que a verbalização não conseguiu externalizar.

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