No Rio de Janeiro, a tarefa mais associada ao uso de inteligência artificial é a criação de conteúdo e redação, que responde por 28,56% das conversas mapeadas no estado, a maior fatia entre todos os tipos de uso identificados pelo Anthropic Economic Index. Em seguida aparecem desenvolvimento de software, com 13,31%, e educação e aprendizado, com 8,96%.
Por ocupação, o levantamento aponta profissionais de computação e matemática à frente, com 24,95% do uso, seguidos por arte, design, entretenimento, esportes e mídia, com 15,69% — um peso relativamente maior do que a média nacional, em linha com a força histórica do estado nos setores de comunicação e cultura. Educação, suporte administrativo e vendas completam a lista das cinco categorias mais presentes.
A maior parte do uso registrado no Rio, 55,82%, está classificada como atividade de trabalho, enquanto 33,75% é de uso pessoal e 10,44% ligado a atividades acadêmicas. Na prática, isso indica que quem trabalha ou estuda redação, comunicação, marketing ou produção de material educativo no estado está entre os que mais recorrem à ferramenta no dia a dia profissional.
O Anthropic Economic Index mede o volume de conversas associadas a tarefas de cada ocupação, não quantas pessoas daquela profissão usam a ferramenta nem se os empregos estão sendo substituídos. Os números são um retrato do uso observado, sem série histórica que permita dizer se essa participação está crescendo ou caindo.
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