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Zema chama de 'ato absurdo de perseguição' ordem para Bolsonaro usar tornozeleira

BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse nesta sexta-feira (18) que a ordem do STF (Supremo Tribunal Federal) para que Jair Bolsonaro (PL) use tornozeleira eletrônica é um novo ato de perseguição política contra o ex-presidente.

Zema, que é pré-candidato às eleições presidenciais de 2026, é aliado de Bolsonaro e participou das últimas manifestações em apoio ao ex-presidente em São Paulo. Eles estiveram juntos em reunião em Brasília na última segunda-feira (14).

"Mais um ato absurdo de perseguição política a Jair Bolsonaro. Censuraram suas redes, proibiram de falar com o filho e obrigaram a usar tornozeleira eletrônica. Tudo isso num processo cheio de abusos e ilegalidades. Não existe democracia quando a Justiça é politizada", disse o governador mineiro em publicação no X.

Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, o ex-presidente terá que a partir de agora usar tornozeleira eletrônica e será monitorado 24 horas por dia.

Ele ainda foi proibido pelo magistrado de acessar redes sociais e de falar com seu filho Eduardo Bolsonaro, que se licenciou do mandato e está nos EUA atuando para que o país aplique sanções a Moraes.

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