Para o general, que é responsável pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), é claro que alguns países são mais vulneráveis e outros, menos. Ele defendeu um aumento da base da "segurança orgânica", com maior proteção em cada tipo de equipamento.
O general José Elito lembrou que para reduzir a vulnerabilidade é preciso "aumentar a base da segurança, que é a segurança orgânica". Ele lembrou ainda que a base da criptografia usada no Brasil não é só nacional, justificando que isso deixa o sistema mais vulnerável.
O general afirmou que várias autoridades, entre elas a presidente Dilma Rousseff, usam telefones fixos e celulares criptografados e, sempre que possível, são feitas atualizações do sistema.



Aviso