"A pesquisa sempre é bem-vinda, especialmente a qualitativa, que verifica o grau de rejeição, grau de desconhecimento para que a gente possa nortear nossa campanha", disse. "Estou muito tranquila, quem começa tarde como eu, ao tempo da democracia, que é desconhecido, também tem que saber tirar proveito disso. O fato de ser desconhecida, de ser a única mulher pré-candidata de ter uma grande estrutura, tempo de TV e rádio, é um ótimo ativo", completou.
Tebet disse ainda que sua menor preocupação no momento é com o porcentual de intenção de votos. "Eu estou mais preocupada hoje com o grau de rejeição e a partir do raio-X para onde e como fazer. Eu só tenho que acertar na estrutura da campanha, especialmente na rapidez porque agora nós temos pressa de percorrer o Brasil"
Quanto ao programa de governo que pretende apresentar, a senadora afirmou que não temos pressa, que os partidos em torno da sua pré-candidatura têm os mesmos objetivos "sabem onde querem chegar, o que querem fazer e especialmente o que não fazer com o Brasil". "Nós estamos recebendo as sugestões das fundações do Cidadania e do PSDB numa remodelagem, quando ela estiver mais ou menos remodelada eu vou ter acesso à ela".


