A declaração de Albuquerque demonstra que o rompimento não será só a saída do PSB do governo de Dilma Rousseff, mas o divórcio entre os dois partidos. Na terça-feira, 17, o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, também provável candidato a presidente em 2014, tinha dito que o partido não pediria os cargos. Mas a ala mais favorável ao rompimento decidiu exigir que o PT entregue tudo. Os dois partidos são aliados, principalmente, no Ceará, no Piauí e em Pernambuco.

