A caminhada não teve seu itinerário divulgado e até as 19h15 não havia sido registrado nenhum tipo de incidente. Segundo um dos organizadores do evento, Cesar Fernandes, o movimento não é um "ato pessoal" contra Feliciano, mas contra suas ideias.
"Há uma onda muito grande de preconceitos no Parlamento, mas o movimento não é pessoal, apesar de suas posições machistas", disse. No próximo sábado, 29, às 10 horas, está prevista uma nova manifestação na área central de Curitiba (PR) contra a situação do transporte coletivo na capital, além de reformas na área política. O protesto foi convocado por um conjunto de 60 entidades ligadas a partidos políticos e movimentos sociais.



