No documento, o procurador diz que Santini viajou com duas assessoras de Davos (Suíça) à Nova Déli (Índia), embora pudessem ter optado por voo comercial e pede que seja instaurada uma tomada de contas especial pelo dano causado ao erário por ato flagrantemente antieconômico.
Um processo de tomada de contas pode resultar num pedido de ressarcimento aos cofres públicos.
Santini usou uma aeronave oficial com apenas três passageiros (ele e duas assessoras) para voar de Davos (Suíça), onde participava do Fórum Econômico Mundial, para Déli. Nesta terça-feira (28), ao retornar da viagem à Índia, o presidente anunciou o afastamento do assessor.
A viagem de Santini em voo da FAB foi divulgada pelo jornal O Globo. O secretário representava o titular da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que está em férias.
O presidente Jair Bolsonaro decidiu demiti-lo nesta terça (28), logo após retornar da agenda que cumpriu na Índia.
