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Pressionado pelo MST, primo de Lira deve perder comando do Incra em Alagoas

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Superintendente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Alagoas, Cesar Lira, primo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), deve perder o cargo para um aliado do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O nome de seu substituto já tem sido discutido na bancada de Alagoas, coordenada pelo deputado federal Paulão (PT).

O governo federal trocou 19 superintendências do Incra desde o começo do ano, com a ideia de colocar aliados e tirar indicados pela gestão Jair Bolsonaro (PL).

O MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) tem feito protestos para pressionar o governo a fazer as mudanças e chegaram a invadir a sede do Incra em Alagoas no começo de abril para pedir a saída de Cesar Lira, que está no posto desde 2017.

Para além da pressão do MST, também contribui para a saída de Cesar o aparente desapego de seu primo em relação ao Incra. Em reuniões recentes sobre o tema, ele indicou que não enxerga a autarquia como uma área relevante de influência política para os seus projetos.

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