Uma das federações registradas para esta eleição é a formada pelo PT, PCdoB e PV. Sob o nome de Brasil da Esperança, o grupo será dirigido pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Completam a direção como primeira e segundo vice-presidentes Luciana Santos (PCdoB) e José Luís Penna (PV), que também comandam suas siglas.
Também no campo da esquerda, o PSOL e a Rede também passaram a formar uma federação. O grupo, que se chama Federação PSOL Rede, será presidida por Guilherme Boulos (PSOL) e terá Heloísa Helena (Rede) na vice-presidência.
O TSE também já aprovou outra federação. Trata-se da união entre PSDB e Cidadania, que passam a ser a "Federação PSDB Cidadania". O comando da aliança será de Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB nacional, e a vice de Roberto Freire, presidente nacional do Cidadania.
A Lei nº 14.208/21 prevê que os partidos podem optar por se unirem em uma federação e lançarem um único candidato em conjunto, novidade para as Eleições 2022. O principal ponto da união é a exigência das legendas terem que atuar de forma conjunta em um programa em comum, por no mínimo quatro anos (2023-2026). É diferente, por exemplo, das coligações, que se extinguem logo após as eleições.



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