Ao citar políticos de outros Estados que construíram carreira em São Paulo - entre eles, a ex-prefeita Luiza Erundina (PSOL), da Paraíba, e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de Pernambuco, e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), do Rio de Janeiro -, Tarcísio definiu os paulistas como um povo "acolhedor".
"No fim das contas, a gente tem que mostrar capacidade de realização ... Temos que mostrar capacidade de entender os problemas de São Paulo e propor soluções. É isso que eu quero mostrar", afirmou Tarcísio, que esteve hoje na capital paulista para participar da entrega do novo sistema de segurança a pousos e decolagens do aeroporto de Congonhas.
O aliado Eduardo Bolsonaro (PL), deputado federal mais votado da história de São Paulo mesmo sendo do Rio de Janeiro, foi outro exemplo citado pelo ainda ministro ao justificar o argumento de que a origem não tem influência no voto do eleitor paulista.
A filiação de Tarcísio ao Republicanos está marcada para segunda-feira, 28. Já na quinta-feira, 31, último dia do mês, ele se despede do ministério de Infraestrutura. Em entrevista a jornalistas após a cerimônia no aeroporto de Congonhas, ele disse ter tempo para definir quem será vice na sua chapa, e confirmou que a ideia é de uma composição mista com o PL do presidente Jair Bolsonaro.



