Boulos chamou o adversário de "fraco" e "covarde". "A população de São Paulo despreza covarde e o meu adversário se mostrou um covarde", disparou.
"O risco de ter um prefeito sem força, um governante fraco, é ter risco de entregar a cidade para o crime organizado", continuou o deputado federal. "No Rio de Janeiro, a milícia começou assim. Começaram a cobrar por botijão de gás, taxa de segurança, e assim foram tomando conta", afirmou.

