"A prisão do coronel Franco (alvo da 10ª etapa da Lesa Pátria) é um tapa na cara de cada cidadão de bem desse Estado. Foi preso sem motivo algum, sem ter feito nada. Eu também deveria estar preso. Ajudei a bancar quem estava lá. Mande me prender. Eu sou um bandido, um terrorista, um canalha, na visão de vocês. Eu ajudei, levei comida, água, dei dinheiro. Eu acampei lá e também fiquei na porta, porque eu sou patriota. O dinheiro veio de gente que acredita nessa nação e que defende esse País", afirmou Ribeiro no dia 6 de junho.
A PF cumpre mandados de busca e apreensão em endereços do parlamentar em Goiânia e em Piracanjuba. As ordens foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
As diligências são realizadas no bojo da 15ª etapa da Lesa Pátria, que visa identificar incitadores, participadores e financiadores dos atos golpistas de 8 de janeiro. A ofensiva apura supostos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo.
Defesa
A reportagem busca contato com Amauri Ribeiro. O espaço está aberto para manifestações.

