Ela prevê que, diante da possibilidade de o principal rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vencer a eleição no primeiro turno, como apontou a pesquisa Ipec de ontem, com 52% dos votos válidos, Bolsonaro deve acirrar os ataques e continuar a usar na campanha eleitoral os eventos que participar como presidente. "É tudo material de campanha", diz. Além disso, os ataques devem se intensificar também diante da boa reação do mercado ao apoio de Henrique Meirelles a Lula, declarado ontem.
A socióloga, contudo, avalia que Bolsonaro "fala para convertidos", embora a tentativa do candidato à reeleição seja de ampliar o eleitorado. "Ele não inovou no discurso na ONU, são as mesmas narrativas."




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