"Nenhuma nação se desenvolve sem alfabetização na idade certa e sem creches para a população que mais precisa, sem educação em tempo integral, sem ensino técnico profissionalizante, sem universidade de excelência, sem pesquisa, ciência e inovação", afirmou Dilma.
A presidente destacou que "precisamos de mais recursos para a educação" e observou que o País avançou nas últimas décadas para "reverter o atraso" na área.
Ao lembrar que encaminhou um projeto de lei que destina 100% dos royalties do petróleo para a educação, a presidente afirmou que confia que "os senhores congressistas aprovarão esse projeto que tramita no Legislativo com urgência". "Esse é um esforço que devemos fazer para que haja uma mudança significativa no curto, médio e longo prazo no nosso País", afirmou.
Lei e ordem
Dilma encerrou o discurso reiterando que o seu governo não vai "transigir na manutenção da lei e da ordem", coibindo a ação de "arruaceiros que tentam perturbar o caráter pacífico das manifestações".
"Quero repetir principalmente que o meu governo está ouvindo as vozes democráticas que saem e emergem das ruas e pedem mudanças", disse Dilma. "É preciso saber escutá-las, só a voz das ruas é capaz de nos impulsionar a andar ainda mais rápido."



