Pelo acordo, um médico português teria seu diploma reconhecido em instituição brasileira federal ou estadual. De acordo com Padilha, não há limites para o número de acordos estabelecidos. "Uma universidade brasileira pode firmar cooperação com várias instituições portuguesas."
O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto D’Ávila, ponderou que, pelo acordo, o profissional português poderá atuar em todas as áreas, e não apenas nas regiões consideradas prioritárias e mais carentes pelo governo brasileiro.


