"Não vejo que haja prejuízo ir ou não ir [à Rússia]. Brasil não está indo lá dar apoio a intervenção, mas para intensificar relações. É momento de aumentar relações econômicas e comerciais", declarou Mourão à CNN Brasil . "É hora de a gente aprofundar esse relacionamento, também na cooperação científica e tecnológica", acrescentou o vice-presidente, após citar a balança comercial deficitária do Brasil com a Rússia.
Mourão afirmou não acreditar que as divergências entre Moscou e Kiev terminem em conflito armado, mas que serão resolvidas dentro do campo diplomático.
Bolsonaro embarca para a Rússia no próximo dia 14 e deve se encontrar com o presidente do país, Vladimir Putin, no dia 16. Depois, seguirá para Budapeste para agenda com o primeiro-ministro da Hungria Viktor Orbán, considerado um líder nacionalista de extrema-direita.
