O grupo reivindica a liberação de recursos para os assentados e a retomada do convênio entre a Fundação Itesp e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a arrecadação de terras devolutas na região. Os imóveis seriam destinados a novos assentamentos.
A mesma unidade já havia sido invadida no final do mês de agosto. Na ocasião, o Incra foi informado que os recursos tinham sido bloqueados para apuração de eventuais irregularidades na aplicação da verba, mas seriam liberados. Já o convênio com o Itesp estava em análise pelos órgãos técnicos. O MST alega que foi fixado um prazo para uma reunião entre as partes e que não teria sido cumprido.



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