Mesmo diante da escalada de violência política, o petista disse que é preciso sair de casa e ir às ruas para ganhar as eleições. "Não precisamos aceitar nenhuma provocação... Ninguém precisa brigar com ninguém na rua", afirmou. O receio com o aumento de casos violentos aumentou depois do assassinato do petista Marcelo Aloizio de Arruda pelo policial penal bolsonarista Jorge José da Rocha Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR).
Em discurso apaziguador, Lula voltou a dizer que "não quero governar com ódio, que não faz bem ao ser humano".


