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Lideranças da campanha de Lula divergem sobre como lidar com ataques de Ciro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Lideranças de movimentos sociais que compõem a campanha de Lula (PT) têm divergido a respeito da estratégia a adotar em relação aos ataques de Ciro Gomes (PDT), que chegou a dizer que o petista tem um filho ladrão.

Raimundo Bomfim, da Central de Movimentos Populares, e João Paulo Rodrigues, do MST, defenderam durante reunião na terça-feira (6) que a campanha deve denunciar o "papel de linha auxiliar do bolsonarismo que Ciro tem cumprido", de acordo com o primeiro.

De outro lado, UNE e Movimento Negro Unificado disseram que o melhor seria deixá-lo sem resposta.

"Se em 2018 o Ciro ajudou o Bolsonaro indo no segundo turno para Paris, agora em 2022 já no primeiro turno ele ajuda Bolsonaro ao escolher atacar o Lula", diz Bomfim à reportagem.

A campanha do petista já subiu o tom nas respostas a Ciro, com o objetivo de atrair a parte dos apoiadores do adversário que se definem como de centro-esquerda e tentar vencer as eleições no primeiro turno. Como mostrou o Datafolha, 35% dos eleitores 'volatéis' de Ciro poderiam votar em Lula.

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