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Hostilizado, Caiado diz não aceitar chantagem de voto diante de pandemia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), uma das poucas lideranças locais que ainda apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), saiu às ruas neste domingo (15) para dar uma bronca nos manifestantes. Disse que não poderia deixar de alertar para o risco de contágio pelo novo coronavírus e acabou vaiado. À reportagem, ele defendeu sua posição. "Como governante e médico, não posso aceitar chantagem se vão votar em mim ou não no meio de uma pandemia do coronavírus. Eu tenho que salvar vidas”, disse. Pedi aos manifestantes que encerrassem a manifestação em Goiânia e que poderiam fazer uma carreata. Temos uma pandemia de coronavírus e é minha obrigação como governador e médico zelar pela saúde do meu povo. Sempre apoiei as manifestações, mas é preciso ter responsabilidade. Em vídeo que compartilhou em suas redes sociais, Caiado diz que ninguém enfrentou a esquerda no Brasil como ele e que é um dos únicos governadores a defender Bolsonaro, e então é aplaudido. Na sequência, diz que é médico antes de ser governador do estado, e que as pessoas precisam olhar para o mundo para saber o que está ocorrendo. "Vocês precisam mais do que nunca ter responsabilidade de não fazer com que as aglomerações provoquem a disseminação do coronavírus", disse Caiado, fortemente vaiado.

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