Em relação a um possível nome para substituir o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência em 2030, Haddad disse que o papel dos partidos que estão no governo é promover novos nomes e "gente nova". Ele citou, por exemplo, que sua equipe é formada por jovens com competência técnica e o mesmo vale para política.
O ministro ponderou ainda que, desde 2016, com força mais extremista cristalizada no País, não há um nome que seja considerado "imbatível".


