"O assunto é o golpe de Estado, via estado de sítio, adiantando o que eu falaria lá. Mas só vou falar se o advogado me orientar a falar ou não falar, de acordo com o que ele tiver acesso aos autos. Pelo processo legal, eu tenho que saber do que eu estou sendo acusado, os advogados têm que ter acesso ao processo", disse ao Blog Esmael, na quarta-feira, 21.
Mais 23 investigados também devem prestar depoimentos à PF. Os alvos das operações serão ouvidos de forma simultânea, para que não mantenham comunicação entre eles e não combinem versões. O depoimento do ex-presidente e os de mais 13 investigados estão marcados para Brasília, onde está localizada a sede do órgão. As superintendências da PF do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Ceará vão ouvir os demais investigados.
Questionado, também, sobre o ato na Avenida Paulista, marcado para o próximo domingo, 25, o ex-presidente conta que, a princípio, apenas ele, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) devem falar no evento. "O recado será em defesa ao Estado Democrático de Direito, em retrato para o Brasil. E, para o mundo, o que nós, de verde e amarelo, queremos: Deus, pátria, família e liberdade".



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