Preso na ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizada na manhã desta terça-feira (22), o empresário Rafael Alves é apontado pelo Ministério Público do Rio como o chefe de um esquema de corrupção na Prefeitura do Rio, chamado de ‘QG da Propina’.
De acordo com o site de notícias da Globo, a investigação aponta que Alves dava expediente na Cidade das Artes mesmo sem ter nenhum cargo na prefeitura, numa sala ao lado do irmão Marcelo Alves, que foi presidente da Riotur. O nome 'QG da Propina' seria uma referência à sala ocupada por Alves.
A investigação também apurou que Alves e o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), também detido hoje, era próximos - marcavam reuniões de madrugada ou caminhadas bem cedo.
Além deles, também foram presos o delegado aposentado Fernando Moraes, o ex-tesoureiro da campanha de Crivella, Mauro Macedo, além dos empresários Adenor Gonçalves dos Santos e Cristiano Stockler Campos, da área de seguros.
Todos foram denunciados pelo MP pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva.

