Bolsonaro estava acompanhado do ex-ministro Rogério Marinho (PL), que concorre a uma vaga no Senado pelo Rio Grande do Norte, e do ministro das Comunicações, Fábio Faria, deputado federal licenciado do Estado. "Temos pela frente uma encruzilhada. Tivemos momentos semelhantes em 2018. O outro lado tentou nos tirar da política. Sofremos um atentado. Resistimos com a graça de Deus, nos elegemos, formamos um grande ministério, sem a imposição político-partidária", disse o presidente, em referência à facada que sofreu na campanha eleitoral de 2018.
"Temos uma data importante pela frente, 2 de outubro, onde vocês decidirão se querem que nós continuemos a administrar este País ou querem que o ladrão volte ao poder. Eu tenho certeza que nós não queremos um ladrão no poder. Chega PT, chega de incompetência, chega de roubalheira", emendou o presidente. Bolsonaro também disse que o País está há três anos e meio sem corrupção, apesar de diversas denúncias de irregularidades no Ministério da Educação e na pasta da Saúde durante seu governo.



