"Parece mais retórica eleitoreira do que programa sério para o futuro essa demanda por reformas política e administrativa cobrada agora", escreveu Dirceu. Ele questionou os discursos de Marina e Campos, de crítica à distribuição de cargos a aliados políticos, ressaltando que o governo pernambucano tem 14 partidos em sua base e que o PSB, até há pouco, fazia parte do governo federal. "O PSB só decidiu entregar os cargos para articular a candidatura própria do governador de Pernambuco ao Planalto", apontou.

