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Dilma recorre de decisão em ação contra Bolsonaro por ser chamada de ‘cafetina’

Dilma recorre de decisão em ação contra Bolsonaro por ser chamada de ‘cafetina’
Dilma recorre de decisão em ação contra Bolsonaro por ser chamada de ‘cafetina’

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) recorreu da decisão que negou sua queixa-crime contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tê-la chamado de "cafetina".

A queixa-crime foi oferecida em agosto de 2019, após Bolsonaro postar um vídeo em seu perfil no Twitter em que comparava Dilma a uma "cafetina" e os membros da Comissão Nacional da Verdade, a "sete prostitutas".

Em abril de 2023, o juiz Francisco Antônio Alves de Oliveira, do 2º Juizado Especial Criminal de Brasília, rejeitou a queixa-crime, afirmando que "não houve descrição, na queixa, de fato penalmente punível que possa ser atribuído" a Bolsonaro. O magistrado, porém, avaliou que a fala foi "descortês".

Dilma apelou da decisão à 2° Turma Recursal do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal), que deve julgar o caso em breve.

O caso é considerado emblemático, pois pode estabelecer um precedente sobre os limites da liberdade de expressão no Brasil. Se a queixa-crime for aceita, isso significará que Bolsonaro pode ser responsabilizado criminalmente por suas declarações ofensivas.

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