O pedetista afirmou que uma de suas prioridades se eleito será fortalecer a indústria de defesa e que buscará acordos para transferência de tecnologias sensíveis. Segundo ele, atualmente, as comunicações militares são processadas por satélites norte-americanos. "Isso é brincadeira", criticou.
Ao comentar sobre o complexo industrial da defesa como mais uma área que necessita de investimentos, ele ressaltou que, se eleito, não haverá militares da ativa em cargos no Executivo. "No meu governo, volta todo mundo para a caserna", falou em referência aos militares da ativa que atualmente ocupam cadeiras na gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL).




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