A prefeitura de Santos resiste à redução pedida nas ruas por mais de 20 mil manifestantes. O último reajuste, em janeiro, elevou de R$ 2,65 para R$ 2,90 a tarifa básica. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) informou que a empresa permissionária pediu novo reajuste, mas não será dado. Em Piracicaba, o prefeito Gabriel Ferrado (PSDB) ainda não anunciou redução na tarifa, aumentada de R$ 2,60 para R$ 3 em dezembro de 2012. O Movimento Pula Catraca quer redução de R$ 0,40 no valor. Na quinta-feira, 12 mil pessoas foram às ruas.
São José do Rio Preto também não vai alterar a tarifa, de R$ 2, considerada uma das menores do interior. Na terça-feira, quatro mil pessoas foram às ruas para protestar, mas não houve confronto. A prefeitura alega que vai gastar R$ 17 milhões este ano para subsidiar o transporte público.
Em Franca, o Ministério Público investiga o contrato da empresa de transporte com a prefeitura por falta de ônibus e superlotação. A passagem custa R$ 2,80, mas a empresa que opera o transporte já pediu reajuste para R$ 3,30. Dez mil pessoas protestaram e o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB) alega que não dará novo aumento.
A prefeitura de Botucatu resistiu a três protestos e não baixou a tarifa de ônibus, aumentada em janeiro deste ano. O reajuste, de 12,7%, elevou a passagem em R$ 0,30 para R$ 2,65.



