"Eu iria pela decisão do plenário do Supremo. Não podemos desconsiderar que essa liminar pode ser mudada por uma decisão do plenário", observou Chinaglia, lembrando a questão do projeto que inibia a criação de novos partidos, barrado por liminar e liberado pelo plenário.
O petista afirmou ainda que é preciso levar em conta o fato de a maioria da Casa, ainda que por ausências, tenha decidido pela manutenção do mandato. Complementou que a Câmara não pode se submeter a outro Poder. "Não compactuo com uma decisão que apequene a Câmara, ainda que ela tenha se apequenado com a decisão (de manter o mandato de Donadon)", disse Chinaglia, classificando como "lamentável" a absolvição.



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