"Não há ataque capaz, nem denúncia capaz, de alguns erros que alguns companheiros nossos cometeram, que tirem a validade e a importância desse programa. Ele será corrigido na rota e jamais o abandonaremos. Contem com nosso apoio para que um programa como esse siga em frente", discursou o ministro, ao falar para uma plateia de agricultores familiares na abertura da 2ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, em Brasília.
"Programas sociais nossos, como o PAA, vieram para ficar. Nós o reconhecemos como o melhor programa lançado atualmente nos últimos tempos para dar força, vida e renda para o agricultor", prosseguiu. "Pontes podem cair, estradas podem ficar esburacadas, algumas políticas que nós fazemos podem não dar certo, mas uma coisa ninguém mais vai tirar de vocês: é essa decisão da luta, de que o povo vai luta, reivindica, se organiza e constrói um novo País."
Carvalho disse que o diálogo com os produtores rurais é "duro" e "tenso" e reconheceu as limitações enfrentadas pelo poder Executivo. "Enquanto o governo tem um tempo para acabar, tem limitações, tem correlação de forças, tem limitações institucionais, cabe aos movimentos manter viva e acesa a chama da utopia, da sociedade justa, igualitária e fraterna", prosseguiu.

