A ministra Cármem Lúcia é a próxima a votar no processo do pedido de inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro. Com placar de 3 a 1 a favor da condenação, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está a um voto de formar maioria para tornar Bolsonaro inelegível pelos próximos 8 anos.
A expectativa é que a ministra vote a favor da inelegibilidade, pois acabou defendendo o voto do relator, ministro Benedito Gonçalves, que votou pela condenação de Bolsonaro, contra o voto divergente do ministro Raul Araújo, único que até agora votou para absolver o ex-presidente. A discordância entre o relator e o ministro que abriu a divergência foi sobre a inclusão ou não da “minuta do golpe” neste processo.
A sessão será retomada às 12h (horário de Brasília) desta sexta-feira (30). Além de Cármem Lúcia, ainda vão votar os ministros Nunes Marques e Alexandre de Moraes.
No placar de 3 a 1, votaram pela condenação de Bolsonaro os ministros Benedito Gonçalves, Floriano Marques e André Ramos Tavares. O voto divergente foi de Raúl Araújo.
O julgamento pede a inelegibilidade de Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

