Até então resistente a se engajar na campanha, Michelle abriu a convenção com um discurso de tom religioso e recados às mulheres, como queria a equipe de marketing de Bolsonaro. Considerada por auxiliares políticos do bolsonarismo como uma ferramenta para tentar reduzir a rejeição do presidente no eleitorado feminino, ela havia silenciado antes aos apelos para participar de propagandas do PL.
"Falam que ele [Bolsonaro] não gosta de mulheres. Ele foi o presidente na história que mais sancionou leis de proteção às mulheres. Setenta leis de proteção às mulheres. Quando ele leva água para o Nordeste, ele está cuidando da mulher", afirmou a primeira-dama durante a convenção. "Ela mandou muito bem", avaliou uma fonte da campanha à reportagem.



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