Meirelles, conforme a área jurídica do BC, esclareceu que nunca se reuniu com Marcos Valério e sequer recebeu pedido de audiência. Além disso, esclareceu que não houve nem há em curso qualquer medida tomada decorrente de eventual audiência realizada com outros dirigentes do BC.
Marcos Valério de Souza é apontado como operador do mensalão, esquema em que havia repasse de dinheiro público em troca de apoio político. Relatório do Ministério da Fazenda aponta que Valério esteve 13 vezes na sede do Banco Central em Brasília e outras quatro em São Paulo. Nesses encontros, ele se apresentava como representante do Banco Rural.



