Segundo a nota, "é absolutamente aterrador assistir a veículos importantes da sociedade tão desconectados da verdade e, assim, aptos a colaborar com aqueles que pregam a restrição da liberdade de expressão".
"Na medida em que parte da imprensa se dissocia da realidade e se aproxima do sensacionalismo de baixíssimo nível com insinuações no mínimo insensatas, há a necessidade de refletir sobre o que se está legando às futuras gerações: exercício de nobres direitos ou perspectivas de abusos irresponsáveis?", diz o texto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

