Manaus/AM - Membros das etnias Baré, Sateré e Mundurucus, entre outras representações indígenas do Amazonas se reuniram na noite de sexta-feira (8), com o pré-candidato ao Senado, Arthur Virgílio Neto (PSDB), para debater pautas de saúde e direitos indígena, terras e sustentabilidade para as comunidades do interior.
Representando os Barés, o cacique Carlos Murilo disse que acompanha a carreira de Arthur Virgílio desde que ele foi deputado federal. Os Barés também estiveram representados pela cacique Alda Baré, presidente da Associação Baré Kurasi e Yasi.
Do rio Negro para o rio Andirá, estiveram presentes também representantes dos Sateré, habitantes da região. “Quando se defende o Amazonas, se defende também a população indígena. Uma árvore em pé é história, uma árvore morta não tem história”, exemplificou Herivelto Maué, liderança da comunidade Molongotuba, em Barreirinha.
Representando os Mundurucu, Dobertino Mundurucu, presidente da Associação Indígena e Caciques do Rio Abacaxi (municípios de Borba e Nova Olinda do Norte), lembrou a história popular do beija-flor, que lutava para apagar um grande incêndio na floresta, levando em seu bico gotas de água. “Alguém olhou aquilo e disse: você é besta? E o beija-flor respondeu: besta eu não sei, só sei que estou fazendo a minha parte”, resgatou o líder indígena.



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