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Aras determina que servidores do MPF tirem férias e esgotem banco de horas

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu adiantar as férias no Ministério Público Federal e determinou que os procuradores e demais servidores do Ministério Público Federal usufruam delas até 31 de julho. A determinação vale para os funcionários que têm direito a férias referentes a 2018 e 2019, e atinge procuradores, procuradores regionais e subprocuradores e servidores de todos os níveis. A portaria, assinada por Aras nesta quinta-feira (26), também determina que o banco de horas referente ao recesso de 2018/2019 seja esgotado pelos funcionários até 31 de maio. A medida é uma resposta à crise do novo coronavírus. Com os servidores em férias ou usando banco de horas, a circulação de pessoas em sedes do MPF diminuirá. Além disso, a portaria diz que pretende evitar o acúmulo de pedidos de férias após o fim da pandemia, o que diminuiria a capacidade operacional do MPF.

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