Aécio afirmou que o Brasil "não pode resignar-se em estar no final da fila do desenvolvimento dos nossos vizinhos da América do Sul", numa referência ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País menor que outros países da região. Ele criticou também a perda de receita de Estados pelas recentes desonerações do governo federal. "A União deve ser proibida de fazer desonerações que atinjam Estados e municípios".
O senador, sem assumir sequer a pré-candidatura, encerrou o discurso em tom enfático pela mudança e pela alternância do poder, em defesa do partido. "O PSDB estará pronto para apresentar no ano que vem uma nova proposta, ética e ousada. Eu posso dizer de forma absolutamente clara: vamos vencer as eleições para retomar a dignidade da política", disse. "Eu cumprirei o meu papel, seja qual for ele".

