"A acusação não se preocupou em produzir uma linha (contra Braga Netto)", afirmou Carvalho. Ele sustentou que "não faz nenhum sentido" declarar a inelegibilidade do candidato a vice quando a acusação é "personalíssima" em relação a Bolsonaro.
A absolvição de Braga Netto já foi defendida pelo procurador-geral eleitoral, Paulo Gonet, lia seu parecer pouco depois das 12h desta quinta-feira, 22.
A defesa de Bolsonaro afirmou também que o ex-presidente adotou "silêncio sepulcral e prolongado" após as eleições de 2022, que deram vitória ao agora presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), uma "prova cabal da aceitação do resultado eleitoral". Na avaliação do advogado, isso mostra a desvinculação de Bolsonaro com os atos golpistas de 8 de janeiro.


