"A Abraji repudia este novo episódio de agressão, documentado em foto. Desde o começo dos protestos, em junho, houve pelo menos 85 casos de repórteres agredidos, hostilizados ou presos. Deste total, 20 ocorrências (agressões e hostilidade) envolviam manifestantes, e 65, policiais (agressão, hostilidade ou detenção)", diz a entidade no comunicado oficial.
Na nota, a Abraji informa ainda que "lamenta que a imprensa siga sendo alvo tanto de manifestantes quanto de agentes do Estado".
"Tentar cercear o trabalho da imprensa é atentar contra o direito à informação e um risco para a democracia", diz a entidade.
Pablo Jacob cobria o protestos dos professores em greve e os conflitos que se seguiram. A agressão ao profissional foi flagrada pelo fotógrafo freelancer Alexandro Auler. A foto de Jacob cercado por PMs, que o espancavam, foi divulgada em órgãos de imprensa e nas redes sociais.

